Por Divida Branco deixa Fluminense

Pela segunda vez em pouco mais de um ano Fluminense e Branco se divorciam por conta de uma dívida trabalhista do clube com o jogador. Chamado às pressas para ser coordenador de futebol no auge da crise que quase levou o Tricolor para a Segunda Divisão, o dirigente tinha contrato até o dia 31 de dezembro e não abriu mão do valor que tem a receber para renová-lo. A atitude foi de encontro à linha de normas do clube, que tem como princípio não pagar dois valores distintos a qualquer funcionário.

O imbróglio envolvendo a renovação de contrato de Branco se arrastou pelas últimas duas semanas. Contrários ao pagamento da dívida, membros da cúpula do futebol tricolor eram contra a permanência do coordenador de futebol, mas Celso Barros, presidente do patrocinador, exigia a continuidade. Amigo particular do campeão do mundo, ele, inclusive, teria condicionado a manutenção do patrocínio ao acordo com o ex-jogador. Sendo assim, a parceria entre Fluminense e Unimed segue indefinida.

A polêmica negociação com Branco interferiu também nas ações do clube no mercado. Enquanto não define a continuidade do patrocinador, o Tricolor fica sem poder financeiro e, apesar de ter traçado prioridades com nomes e posições, perdeu espaço no momento de investir em reforços. O Fluminense deve R$ 5 milhões ao ex-jogador. A Justiça bateu o  martelo e o Tricolor, além dos salários, teria que pagar R$ 75 mil por mês ao dirigente, mais 30% das receitas do clube.

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